sexta-feira, 1 de maio de 2015

Parabéns a todos os trabalhadores!


Gostaria de aproveitar o dia de hoje para agradecer a cada trabalhador pela colaboração desempenhada em cada profissão e uso de seus talentos. 


É importante lembrar que precisamos uns dos outros.
“A massa com arroz e feijão não combinam”
A importância do cardápio variado, desde a compra dos ingredientes até a apresentação do prato. Utilização de sobras, ampliação do número de ingredientes usados no dia-a-dia e diversificação de pratos. Faça cursos no SESI: “Sugerimos cardápios de acordo com os hábitos da família e com dicas de nutrição, mas não podemos passar uma dieta específica, pois não somos nutricionistas”.

Filme estrelado pelo ator Anthony Hopkins é obrigatório para aspirantes na área de governanta

O filme Vestígios do Dia, estrelado por Anthony Hopkins, que encarna o papel de um dedicado mordomo, e Emma Thompson, uma governanta, na Inglaterra de 1930, é um exemplo a ser observado pelos aspirantes na área de governanta.
Seja para trabalhar em hotéis ou em residências, quem atua na governança deve seguir um item: atender com hospitalidade. “A história do filme é uma verdadeira aula de boas práticas”.






Em especial, gostaria de prestar homenagem às donas de casa, assim como eu!


Lavar, passar, cozinhar, pôr a mesa, arrumar a cama, definir o cardápio e uma lista imensa de afazeres domésticos. Administrar e colocar em ordem uma casa não é tão simples quanto parece. “A quantidade de serviços em uma residência aumentou e mudou nos últimos tempos.

Rainhas do lar

Abdicando da chance de trilhar carreiras de sucesso, para as quais muitas inclusive foram educadas, decidiram ser providas para dedicar-se integralmente à família e aos filhos. 
“Estando por perto consigo ensinar os valores que considero importantes para eles”.
Essas donas de casa por opção precisam enfrentar preconceito e pressões sociais para firmar suas posições. Principalmente porque a decisão de não trabalhar é encarada como um privilégio, já que está vinculada à obrigatória existência de outra fonte de renda familiar, ou seja, de alguém que as sustente.
É preciso ter muita coragem para abrir mão de uma profissão. “O leque de opções para as mulheres é grande e isso significa abdicar de bons empregos e salários, sem falar do status e da valorização. Jogam pedras nas que optam por ser donas de casa.” 
Outro problema  é provar  que é possível encontrar a plena realização em meio a fraldas, mamadeiras e receitas de bolo, sem que isso as limite a “Amélias”. E ainda que a mesma condição que lhes isenta de colaborar no orçamento doméstico normalmente possibilite a contratação de auxiliares, elas garantem passar longe da ociosidade e negam o rótulo de dondocas.
Essa aparente volta das mulheres a antigos papéis é, na verdade, o surgimento de uma “nova rainha do lar”.
"‘Eu cuido do meu filho sim, e daí’?”.
Tal “ousadia” de fazer em pleno século 21 o aparente caminho de volta ao lar doce lar, acaba por tornar essas mulheres as revolucionárias dos dias atuais.
Mas quando o “ninho” fica vazio, não é simples preenchê-lo. “Voltar a estudar ou fazer cursos”. A gente cria raízes profundas em casa, acaba se transformando em âncora de todo mundo.”
A volta ao lar é tendência entre as mulheres nos dias atuais. “Deve ter cuidado para não generalizar comportamentos ou valores esporadicamente observados”. Esse perfil nunca foi extinto.
Ser rainha do lar. Aquela que gerencia a casa, ou melhor, a empregada, que leva os filhos para a escola, faz supermercado.
As aulas de trabalhos manuais, longe dos filhos e do marido. “É a terapia mais barata que existe”.
Suporte semanal de uma faxineira. Pilates, ginástica e manter amizades. É preciso ter vida própria. Não me coloco em primeiro lugar. “Ter fé que dá certo.” 
“Isso só é possível para mulheres de condição econômica em que seu trabalho remunerado seja dispensável. No máximo, um terço das brasileiras. E mesmo entre essas há uma grande diferenciação: étnica, geração, interesses intelectuais, talentos etc.”.
Todas as mulheres têm responsabilidades sociais que extrapolam a dualidade família/trabalho. 
Fonte: Metrópole